
Existe um eu,
que gosta de um tu,
mas isso não chega
pra conjugar um nós!
Que importa?
Continuo a ser eu,
Continuas a ser tu,
não se equaciona o talvez!
Tu és e não estás...
Eu sou e não estou...
E ser e estar
Não dá nós!
Mas que me importa?
A minha verdade é o amor,
e em face disso,
tudo o mais é nada!
Desaparece o talvez,
não existe o nós.
Tu e eu não somos...
Não estamos...
Só que
independente do nós,
eu sinto, conheço e conjugo
o verbo.
E é isso, só isso que importa!
Eu, primeira pessoa do singular
Amo-te.

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